terça-feira, 28 de junho de 2011
Paz no Trânsito
A Professora Ana Maria Antunes gentilmente nos enviou estas fotos do belo trabalho realizado por alunas da turma 2004 - Ensino Médio- C.E 10 de Maio.
Maquetes confeccionadas por:
1- Kamila Chaves Von Held
2- Kathleen Vieira Pimenta
3- Jeniffer Renata Campos
Prof.: Ana Maria Antunes turma 2004
Parabéns!
domingo, 26 de junho de 2011
Esquadrilha da Fumaça em Itaperuna - por Helena
Uma das equipes da Esquadrilha da Fumaça esteve nesta sexta-feira (24/06), na cidade de Itaperuna/RJ fazendo uma de suas apresentações. O show ficou por conta dos pilotos que tomaram conta do céu itaperunense, com suas incríveis manobras, empolgando a plateia. Uma nuvem grossa, que insistia em permanecer próximo ao local da apresentação, não atrapalhou o espetáculo, no entanto, comprometeu um pouco a qualidade das imagens. As próximas apresentações da Esquadrilha da Fumaça acontecem neste sábado (25), em Vitória/ES e domingo (26), em Linhares, também no Espírito Santo.
Por Helena Vicente Coelho - texto e fotos
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Por Helena Vicente Coelho - texto e fotos
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Artigo de Opinião 2
A REVOLUÇÃO DIGITAL
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse "pareciam", assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda inexploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
E isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de idéias que gera novos textos.
A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles, prometeu: "Mando-te uma carta qualquer dia desses."
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
(SOUSA, Josias de. A revolução digital. Folha de São Paulo)
1-A partir da leitura do texto podemos afirmar que o objetivo do texto é:
(A)defender a parceria entre o papel e o texto como uma história de êxitos.
(B)discutir as implicações da era digital no uso da escrita.
(C)descrever as vantagens e as desvantagens da Internet na atualidade.
(D)narrar a história do papel e do texto desde a Antigüidade.
(E)revelar o lado negativo da substituição do papel, na era eletrônica.
2-Não é uma afirmação correta, a respeito do texto:
(A)Ele é escrito em prosa, com parágrafos e períodos.
(B)Nele, utiliza-se da norma culta.
(C)Ele apresenta elementos de cunho conotativo.
(D)O texto é totalmente despido de formulações subjetivas.
(E)Ele exemplifica uma construção literária.
3-O texto faz parte de uma:
(A) revista eletrônica.
(B) campanha publicitária.
(C) correspondência informal.
(D) jornal diário
(E) rede de informações sobre seguros.
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Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse "pareciam", assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda inexploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
E isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de idéias que gera novos textos.
A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles, prometeu: "Mando-te uma carta qualquer dia desses."
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
(SOUSA, Josias de. A revolução digital. Folha de São Paulo)
1-A partir da leitura do texto podemos afirmar que o objetivo do texto é:
(A)defender a parceria entre o papel e o texto como uma história de êxitos.
(B)discutir as implicações da era digital no uso da escrita.
(C)descrever as vantagens e as desvantagens da Internet na atualidade.
(D)narrar a história do papel e do texto desde a Antigüidade.
(E)revelar o lado negativo da substituição do papel, na era eletrônica.
2-Não é uma afirmação correta, a respeito do texto:
(A)Ele é escrito em prosa, com parágrafos e períodos.
(B)Nele, utiliza-se da norma culta.
(C)Ele apresenta elementos de cunho conotativo.
(D)O texto é totalmente despido de formulações subjetivas.
(E)Ele exemplifica uma construção literária.
3-O texto faz parte de uma:
(A) revista eletrônica.
(B) campanha publicitária.
(C) correspondência informal.
(D) jornal diário
(E) rede de informações sobre seguros.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Projeto " As Muitas Faces da Violência" - C. E 10 de Maio pela Paz! -
A Culminância do Projeto "As muitas faces da Violência" aconteceu ontem, 21 de junho, durante todos os turnos escolares e hoje diferentes matérias estão chegando via e-mail e serão mostradas aqui no nosso Blog, por enquanto fique com as fotos que tiramos durante a criação do Mural contra o Bullying em sala de aula.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Artigos de Opinião - Parte 1
Sou contra a redução da maioridade penal
A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira: a redução da idade penal. Algumas pessoas defendem a idéia de que a partir dos dezesseis anos os jovens que cometem crimes devem cumprir pena em prisão. Acreditam que a violência pode estar aumentando porque as penas que estão previstas em lei, ou a aplicação delas, são muitos suaves para os menores de idade. Mas necessário pensar nos porquês da violência, já que não há um único tipo de crime.
Vivemos em um sistema sócio-econômico historicamente desigual e violento, que só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos.
Defendo uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência. Nosso sistema penal como está não melhora as pessoas.
O problema não está só na lei, mas na capacidade para aplicá-la.
Sou contra porque a possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes, está na correta aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização de adolescentes que violaram a lei. Para fazer o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.
Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado. Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema. Problemas complexos não serão superados de modo simplório e imediatista. Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, de um projeto ético e político de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva até lá. A decisão agora é nossa: se queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.
(Renato Roseno é advogado. Coordenador do CEDECA – Ceará e da ANCED – Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente- 21/ 11/ 2003)
Para Refletir após a leitura:
1) Quem é o autor do texto? Em que esse autor é especialista?
2) Onde o texto foi publicado?
3) O autor refere-se a um acontecimento que o levou a escrever esse artigo. Que acontecimento foi esse?
4) Qual a questão polêmica?
5) Qual a posição do autor a respeito da polêmica?
6) Que argumentos ele usa para justificar sua posição
7) No texto, o autor apresenta argumentos de pessoas que discordam dele. Que argumentos são esse?
8) O autor propõe alguma alternativa de tratamento para os jovens infratores?
9) Qual o objetivo do autor?
10) Quem é o público leitor?
11) Para concluir: Assinale somente os elementos, característicos ao gênero textual artigo de opinião
a- Baseia-se em uma questão polêmica que circula na imprensa, na mídia ou na sociedade;
b- Toma uma posição em relação ao que já foi dito sobre o assunto controverso;
c- Apresenta uma visão pessoal do assunto escolhido, contendo os elementos narrativos básicos.
d- Apresenta argumentos ou razões que sustentam a posição assumida;
e- Antecipa e contesta os argumentos dos oponentes;
f- Articula o texto e o finaliza com uma conclusão.
Compartilhando leituras....
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sábado, 11 de junho de 2011
Ler é Bom, Experimente
O Colégio Estadual 10 de Maio através das turmas da Professora Elizabeth Vitória Rezende está participando do Projeto Ler é Bom, Experimente, iniciativa aplicada gratuitamente em escolas públicas com o objetivo principal de incentivar o hábito da leitura e estimular a criatividade dos jovens.
O projeto aprovado pelo Ministério da Cultura desde 2000, com o patrocínio da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, pelo quarto ano consecutivo é desenvolvido com excelentes resultados em escolas estaduais e municipais em todo o Brasil.
Os alunos do nono ano do ensino fundamental e primeiro ano do ensino médio (turmas 902 ,903, 1005 ) estão lendo o livro de crônicas “Espiando o mundo pela fechadura” de Laé de Souza.
O colégio recebeu 76 livros, material didático (folhas pautadas para redação e questionários para aplicação do projeto em sala de aula) e manual do professor.
Após a leitura do livro e o desenvolvimento de várias atividades sugeridas, os alunos responderão questionário sobre a obra e desenvolverão textos baseados nas crônicas ou nos personagens. Os autores dos três melhores trabalhos receberão como prêmio outra obra de Laé de Souza e concorrerão a ter o seu texto no livro "As 50 melhores crônicas do Ler é Bom, Experimente!", que será lançado no final de 2011.
O escritor há 13 anos incentivando o Brasil a tornar-se um país de leitores, dispõe de um portal para a divulgação de vários projetos de leitura. Para conhecer melhor todas estas incríveis iniciativas, é só seguir o link: http://www.projetosdeleitura.com.br/
Fonte: http://outrarevista.blogspot.com/2011/05/ler-e-bom-experimente.html
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Bullying: na vida de adolescentes. Por Sandra Valeriote
Nessa atualidade eis que surge mais uma nova palavra para nós, cujo idioma é a língua portuguesa – Bullying.
Da minha parte, ao ver a campanha criada contra o bullying, pergunto eu: o que é bullying afinal de contas?
Não diferente de milhares de outras pessoas sigo a pesquisar no google para descobrir.
Assim, descubro que o bullying representa situações que na minha época da adolescência existia de forma igual – só não havia nome para definir, e, muito menos campanha para combater. Pois é, novos tempos!
Mas, detalhes sobre o significado do bullying fez despertar minha atenção para algo que somente a passagem do tempo nos mostra. Ou seja, muito do que li sobre a prática do bullying me fez lembrar da minha adolescência, principalmente, no colégio: lembrei que acontecia o bullying; lembrei de quem tinha por hábito praticar o bullying (não no sentido mais cruel); lembrei de quem era vítima do bullying etc.
Não diferente de milhares de outras pessoas sigo a pesquisar no google para descobrir.
Assim, descubro que o bullying representa situações que na minha época da adolescência existia de forma igual – só não havia nome para definir, e, muito menos campanha para combater. Pois é, novos tempos!
Mas, detalhes sobre o significado do bullying fez despertar minha atenção para algo que somente a passagem do tempo nos mostra. Ou seja, muito do que li sobre a prática do bullying me fez lembrar da minha adolescência, principalmente, no colégio: lembrei que acontecia o bullying; lembrei de quem tinha por hábito praticar o bullying (não no sentido mais cruel); lembrei de quem era vítima do bullying etc.
O que acabou mexendo comigo, ao reviver tais lembranças, é saber que justamente os meus colegas (dois: para ser mais exata) que tinham a auto-estima mais elevada (uma característica dos bullies); que eram os que mais implicavam com todos: apelidando, passando trotes, etc; justamente esses meus dois colegas vieram a falecer depois de adultos (na faixa etária dos trinta e poucos anos).
Como a vida, depois do colégio, encaminha cada um para o seu canto, é muito estranho quando a notícia chega sobre a morte (cedo) de uma pessoa cujas lembranças são apenas de que tinham uma auto-estima muito elevada; de que eram brincalhões; corajosos; implicantes etc.
Então vem a questão: “fulano” morreu? Morreu de quê? E aí vem a surpresa do motivo: havia problema de depressão; havia uso de drogas.
Lembro-me direitinho de um desses meus colegas, quando certa vez, dentro da sala de aula, gritou:
- A Sandra (no caso eu) ainda não tem apelido.
Quando escutei aquilo pensei: “xiiii... agora sobrou pra mim”. - o sobrou pra mim significa que ninguém quer ser mira desses “mais levados”.
Então, naquele momento, todos os alunos se voltaram para mim, meio que para identificar um apelido. Mas, ele mesmo criou o tal apelido e gritou para a turma toda ouvir (...) Foi um apelido muito dos sem graça, a turma toda caiu na gargalhada, e eu lá, a mira da vez - apelidada, entrei junto na gargalhada.
Agora, novos tempos, e, eis que surge campanha contra o bullying orientando para que quem esteja sendo vítima de bullies denunciar. Essa campanha, pelo que entendi, está sendo promovida por já ter acontecido alguns casos irreversíveis - assim sendo, evitar outros.
Então vem a questão: “fulano” morreu? Morreu de quê? E aí vem a surpresa do motivo: havia problema de depressão; havia uso de drogas.
Lembro-me direitinho de um desses meus colegas, quando certa vez, dentro da sala de aula, gritou:
- A Sandra (no caso eu) ainda não tem apelido.
Quando escutei aquilo pensei: “xiiii... agora sobrou pra mim”. - o sobrou pra mim significa que ninguém quer ser mira desses “mais levados”.
Então, naquele momento, todos os alunos se voltaram para mim, meio que para identificar um apelido. Mas, ele mesmo criou o tal apelido e gritou para a turma toda ouvir (...) Foi um apelido muito dos sem graça, a turma toda caiu na gargalhada, e eu lá, a mira da vez - apelidada, entrei junto na gargalhada.
Agora, novos tempos, e, eis que surge campanha contra o bullying orientando para que quem esteja sendo vítima de bullies denunciar. Essa campanha, pelo que entendi, está sendo promovida por já ter acontecido alguns casos irreversíveis - assim sendo, evitar outros.
Mas tenha atenção para não se criar tempestade num copo d´água com situações que significa apenas o sentido do viver em sociedade, cujo início se dá justamente no colégio quando começa o convívio com as diferenças sociais e culturais.
No mais, a quem receber denúncia, tente não olhar apenas a dor de quem está se dizendo vítima. Tente, também, olhar para quem vem praticando o bullying. Pois, possivelmente, uma auto-estima elevada (ultrapassando o sentido normal), num adolescente, seja um jeito encontrado para esconder sérios conflitos. Ou seja, eles se demonstram tão bem resolvidos, que para eles é dado pouca, ou nenhuma atenção; chegando mesmo até a faltar carinho.
No mais, a quem receber denúncia, tente não olhar apenas a dor de quem está se dizendo vítima. Tente, também, olhar para quem vem praticando o bullying. Pois, possivelmente, uma auto-estima elevada (ultrapassando o sentido normal), num adolescente, seja um jeito encontrado para esconder sérios conflitos. Ou seja, eles se demonstram tão bem resolvidos, que para eles é dado pouca, ou nenhuma atenção; chegando mesmo até a faltar carinho.
Enfim, talvez, o adolescente que pratica o bullying seja o que menos tenha coragem de falar sobre suas dores: pais intolerantes e incompreensíveis demais; pais ausentes demais; sexualidade etc.
Publicado em 29 de junho de 2010 - Jornada - Sandra Valeriote
Conheça mais um pouco sobre Sandra Valeriote através de seu Blog:
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